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Museu do Amanhã

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O ano que passou foi meio difícil pra gente, por isso tanto tempo sem escrever. Nos desculpem. Mas vamos tentar falar de duas visitas que fizemos em dezembro passado pra dar uma recuperada.

A primeira delas foi a visita ao Museu do Amanhã, no dia de sua abertura ao grande público. Faz parte do projeto Porto Maravilha, que está revitalizando aquela área do centro do Rio. Fomos achando que seria uma entrada fácil, mas nos deparamos com uma fila quilométrica, na qual ficamos por mais de duas horas. Entretanto, o destaque ficou por conta da civilidade das pessoas, debaixo de um sol causticante. Todo mundo: casais, famílias inteiras, amigos aguardaram pacientemente na fila, jogando seu lixo nas lixeiras disponíveis. O pessoal do museu distribuiu copos de água para a galera. Ninguém reclamando. Muito legal.

A entrada era gratuita nesse dia e mais de 25 mil pessoas visitaram o museu em 36 horas em que recebeu o público. Incrível como as pessoas se interessaram pela obra.

Mas com razão. Valeu mesmo a pena. O museu é belíssimo por fora e por dentro. O que mais me impressionou foi o próprio museu, sua arquitetura. Muito bonito como a paisagem da baía e da Praça Mauá, completamente renovada, foi incorporada ao interior do prédio. Adoramos!!!! Ficamos lá dentro 3 horas, por conta das filas e também da beleza e das experiências que podemos ter com o "acervo" do museu. Vale demais a visita.

Paramos em uma rua próxima, não tivemos dificuldade para encontrar vaga. Um grupo de "flanelinhas" organizados nos ajudou. Foi 10 reais por todo o tempo que estivemos lá. 

Agora, o ingresso do museu é de 10 reais, com meia entrada para estudantes e idosos. Às terças a entrada é gratuita, mas atenção com as filas nesses dias.

Site do museu, clique aqui.






Como foi em Ouro Preto

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Última cidade da viagem. A já conhecida Ouro Preto. Adoro! Ela está a 385 km de Diamantina, pelas BR-259 e BR-135. A estrada é boa, já bem movimentada.

De: Diamantina, MG Para: Ouro Preto, MG

A entrada em Ouro Preto me pareceu um pouco mudada, está mais legal, mais ajeitada desde a 
última vez que tínhamos ido lá.
O hotel/ Pousada Sinhá Olímpia ficava fora do centro, numa rua/ribanceira, Meu Deus, só saímos dali no carro que o próprio hotel tem para levar os hóspedes até o centro. (Aliás, o motorista nos deu a dica de um restaurante a quilo muito bom, mas caro que só ele. Mas valeu pela qualidade da comida.) A pousada muito charmosa, com lareira e televisão no hall, piscina, ambientes tipicamente mineiros, bem agradáveis e com um mini lanche à tarde. 
A cidade aquilo de sempre, muita gente, sempre com alguma reforma em algum ponto importante. Dessa vez, visitamos o Museu de Mineralogia, na praça principal, bem interessante, com pedras preciosas e não preciosas do Brasil todo. Vale a visita, o ingresso é barato. Lojinhas por todo lado (a-do-ro!) e um café especialíssimo na esquina ao lado do Museu da Independência, do lado direito pra quem está de frente para o museu. 
Quer vir com belas fotos de Minas? Vá a Ouro Preto.








Como foi em Diamantina

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Nosso segundo destino mais importante era Diamantina, cidade histórica mineira. A ideia de visitá-la foi de nossa filha. Partimos de Três Marias e percorremos 257 km até lá. A estrada é boa. 






Chegamos, como sempre, na hora do almoço. O hotel Pousada do Garimpo não fica exatamente no centro, mas pode-se ir a pé. É um hotel nem novo nem velho, com boas instalações, bem ao estilo mineiro. A paisagem da janela dos quartos do andar de cima, virados para as montanhas é bonita. O hotel tem um restaurante bem legal, comemos muito bem por lá.

O centro da cidade parece uma Ouro Preto reduzida, com o museu do diamante e de Xica da Silva para visitar. Eles são pequenos e não são lá muuuuito interessantes. Na praça, perto do antigo mercado, tem um restaurante a quilo divino, com preço bom e comida excelente.

Fizemos o passeio ao Parque do Biribiri, muito muito interessante, tem cachoeiras pequenas, mas bonitas e uma cidade fantasma que valem a pena.




Como foi em Três Marias

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Fomos a Três Marias só porque seria muito demorado ir direto à Diamantina, saindo de Brasília. Rodamos mais de 450 km, por uma boa estrada com algum movimento.

Escolhemos o hotel à beira do lago da represa. O Grande Lago Hotel é simples, para quem está de passagem mesmo e a trabalho. Fica um pouco afastado, mas é barato e tem um restaurante, o que facilita bastante. O hotel é limpo, mas pra quem não gosta de bichinhos tipo mosquito, aranhas, lagartixas, vimos alguns. A cidade não tem muita coisa, mas também estávamos tão cansados que nem saímos do hotel.


Como foi em Brasília

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Maravilhoso! A cidade onde passei minha adolescência. Dos 11 aos 22 anos vivi nessa cidade que está cada vez mais linda! Adoro! Embora os pontos turísticos sejam poucos. Pode-se conhecer os principais em uma manhã. São todos importantes pro país, e especiais, muito especiais pra mim. 
A viagem de Pirenópolis até Brasília foi a mais curta da nossa jornada, apenas 130 km de uma estrada vazia e de boa qualidade. O dia estava maravilhoso! Na entrada da cidade, já comecei a perceber como a cidade crescera sem perder seu encanto. 





À medida que ia chegando e revendo todos aqueles lugares que frequentei e convivi com amigos queridos, a emoção foi tomando conta, me enchendo de lembranças e uma certa melancolia, por não ter aproveitado mais quando tive a chance, mas isto já é outra história...
Em Brasília ficamos no Hotel Manhattan, no setor hoteleiro norte. Gostamos muito. Uma vista estonteante do eixo, Catedral, Congresso. As camas voltadas para a varanda de vidro não me deixou dormir. Toda aquela beleza, aquela cidade que eu amo tanto, ali , linda, na minha frente, e na frente da minha filha, que nem sonhava ter nos tempos de juventude foi incrível. Mostrei a ela e até visitamos o colégio Maria Auxiliadora, do meu ginásio, a Universidade de Brasília, do meu curso de Economia, a Aliança Francesa, do francês que amo.
Rever Brasília depois de 21 anos foi uma das experiências mais tocantes dos últimos tempos. Só ficamos um dia, mas valeu muito a pena! 


Como foi em Ubatuba

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A saída do ônibus foi às 6:30. Como sempre anotei a placa. Chegaram à Ubatuba às 13 horas. São 325 quilômetros aproximadamente passando pela ponte Rio-Niterói, Avenida Brasil e Rio-Santos (Costa Verde: Muriqui, Mangaratiba, Angra, Paraty). A vista da ponte e das praias da Costa Verde, principalmente, é belíssima. Não tem pedágio.
A Rio-Santos tem passado por modificações e se tornando uma boa via, com mais segurança para os motoristas. O trecho da Costa Verde, por exemplo, teve vias duplicadas e asfalto renovado.

O hotel foi o Wembley Inn. As "crianças" gostaram. Nossa filha achou que no site parecia melhor. Teve churrasco  na piscina, almoço com arroz duro (segundo ela). Mas curtiu bastante. A praia em frente ao hotel é de águas bem mansas e quase particular. Na cidade visitaram o Projeto Tamar e o aquário da cidade. 


Como foi em Pirenópolis

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Morei 12 anos em Brasília e nunca tinha ido a Pirenópolis. Uma cidade apenas a 170 km. Mas sempre quis conhecer. 
Nós chegamos à cidade vindos de Caldas Novas, são 295 quilômetros. A estrada é boa.



Ouvia falar que era uma mini Ouro Preto, no que se refere a turismo, bares, festas populares. 
E não me decepcionou. Cidade simpática com artesanato, várias opções de bares e restaurantes. Muita coisa pra ver: museus e fazendas com cachoeiras. Vale muito o passeio. 
Visitamos a Fazenda Bonsucesso. Se gosta de natureza, vá. 

E também o Museu Rodas do Tempo, ou algo assim. Uma exposição de bicicletas e motos de uma coleção particular. Na verdade, ser de um particular é o que torna mais interessante o museu. Mas vale a pena.
Ficamos na Pousada Fenix. Pequena e ultra limpa. Atendimento muito simpático, café da manhã com direito a fogão a lenha. Além disso, a relação custo-benefício foi excelente. O menor valor que pagamos.

Como foi em Caldas Novas

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Distância de Araxá - 350 km. A estrada é boa.

Fazia mais de 20 anos que não ia. Aquela cidadezinha com poucas ruas e pequenos hotéis se transformou em uma cidade turística com complexos hoteleiros. Irreconhecível. Mas foi uma sensação muito legal rever e constatar como cresceu. Tem feirinha, hotéis com piscinas aquecidas e até pequenos parques aquáticos, um passeio de trenzinho, um pequeno conjunto de lojas para os turistas, além da casa de cachaça e doces e da sorveteria que serve até sorvete de forno.



Ficamos no hotel Suites Le Jardin. Muito bonito. Preço justo. Mas o esquema de atendimento é estilo 'faça você mesmo'. Ele é muito grande, o hóspede se sente em um clube, mais que em um hotel.
O café da manhã é muito bom. Tinha até pamonha doce e salgada. Maravilhosas. Comi até não poder mais.


Como foi em Araxá

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Distância de Capitólio - 250 km ou mais de 340 (por SP, a rota que erramos).

A rota que deveríamos ter feito
A cidade me surpreendeu. Eu pensei que fosse como as cidades históricas de Minas. Longe disso. É uma cidade moderna, normal com um pequeno centro histórico. Alguns museus quase concentrados ao longo de uma grande avenida. A casa de D.Beja, por exemplo, está ao lado de bancos e clínicas de saúde. Mas é uma cidade simpática, organizada, onde os motoristas param nas faixas de pedestres. Gostei. 

Visitamos o Museu de D.Beja e a árvore dos enforcados. Nada demais, mas vale a visita. O que nos decepcionou foi o Cristo. O local está abandonado, até perigoso e não é bem frequentado. 
O hotel Plaza Inn Araxá foi dos melhores que ficamos. Tipo flat muito confortável e com pessoal gentil e prestativo. A vista do apartamento que ficamos era muito legal. 

Estivemos lá no dia do jogo Brasil e Chile, pela Copa do Mundo. Pela primeira vez, assistimos em um bar, foi bem divertido. Pena que o jogo não colaborou.