Visita ao Maracanã

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O papo hoje é Tour no Maracanã. Para quem vai da zona Sul, a melhor maneira de chegar é pegando o metrô até a estação Maracanã. Pra ir de carro, melhor pegar o Rebouças. Pra quem vem da zona Norte, Radial Oeste e de Niterói, pegar a entrada antes da subida para o Túnel Rebouças, logo depois da Leopoldina.
O ingresso pode ser comprado pela internet e pagando um pouquinho mais pode parar o carro ou a van ou o ônibus no estacionamento do estádio, no portão 2, pela Radial Oeste. O bilhete comprado pela internet deve ser retirado na bilheteria A, em frente à UERJ.
O passeio é bem legal, principalmente, pra quem gosta de futebol. A visita mostra os camarotes, a tribuna de honra, o vestiário e a entrada no campo até o banco de reservas. Só não dá pra pisar no gramado e fazer um gol. É tudo muito organizado e interessante, vale muito a pena. A visita dura em torna de 60 minutos.
http://www.maracanaonline.com.br/como-visitar/

As avenidas e ruas não são bem sinalizadas, elas não têm muita indicação de como chegar lá. Nós fomos de Niterói pela Radial Oeste, contornamos a UERJ e pegamos o sentido contrário até o portão 2.





Estas são as 20 estradas que mais matam no Brasil | EXAME.com

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Estas são as 20 estradas que mais matam no Brasil | EXAME.com

Poupando para viajar

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O assunto hoje é grana. Viagem = grana extra. Tá certo que, muitas vezes, não é preciso muito dinheiro pra que a viagem seja ótima, mas que quanto mais dinheiro melhor ... isso sempre!
Resultado de imagem para tirelireE aí? Bom, para os organizados pas de problème, o dinheiro já está lá guardadinho para eventualidades ou prazeres extras, para os nem tanto, é hora de começar a poupar. Poupar = não consumo, então, é preciso cortar gastos desnecessários, como: aquela pizza comprada que poderia ser feita em casa; aquela ida ao cinema ver o filme, que poderia ser visto no Netflix; aquele % de poupança do salário que deve ser aumentado; aquele bico que não queria aceitar e que pode render algumas garrafas de bom vinho no Chile. Isso pode parecer economias pequenas, mas é onde o dinheiro cria pernas. O importante mesmo, não é só cortar gastos é ter um cofrinho lacrado, trancado, com cadeado para se colocar todas essas economias, caso contrário, corre-se o risco de nem saber pra onde foi o dinheiro economizado. Foco!! Feche a mão e boa viagem! 

CidadeS MaravilhosaS

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Este é o nome do projeto do estado do Rio de Janeiro para incentivar o turismo nas cidades em torno da capital. Cidades como Petrópolis, Valença, Penedo, Miguel Pereira, Campos, Conservatória, Mauá, Nova Friburgo, Angra dos Reis, Paraty, são cheias de atrativos para os cariocas e turistas nacionais e estrangeiros. E, claro, a viagem é de carro, sobre rodas. 

Os destinos escolhidos sempre estão a, no máximo, 3 horas da capital e cada semana são privilegiadas duas cidades uma de serra e outra de praia para o turista escolher, que recebem divulgação especial no Pão de Açúcar, principal ponto turístico da cidade do Rio de Janeiro. Bora visitar o estado do Rio.

Confira no site mais informações.

http://www.cidadesmaravilhosas.rj.gov.br/


Novidades sobre a viagem de 15 anos

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Graças a Deus, o mundo gira como as rodas, as coisas acontecem e os planos mudam. É isso mesmo que estão pensando: talvez, só talvez, porque tudo pode mudar de novo, o destino agora é França. Alguns compromissos profissionais e pessoais estão nos "empurrando" para a Europa. Que tristeza :P Só que não #sqn! Na verdade, mais ou menos, porque tenho pavor de avião. Esse negócio de rodas recolhidas no trem de pouso e decolagem não é comigo. Mas acho que nada que um remédio cujo efeito dure 12 horas não resolva. Vamos ver, porque também a oportunidade de rever Paris e conhecer novas cidades por lá, é claro, é animador. Além do mais, poder falar francês 24 horas por dia é algo que me agrada bastante. Adoro e, sem modéstia, arraso na língua de Victor Hugo.

Nova Avenida Brasil

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Está em construção a BRT-TransBrasil, nova rota de transportes públicos rápidos na principal avenida que corta a cidade do Rio de Janeiro, a Avenida Brasil. Obras ainda prejudicam o trânsito na altura de Manguinhos, perto da Fundação Oswaldo Cruz, mas a expectativa é de fluidez, quando ficar pronta. Pra quem vai pra região serrana e Sul do Estado e do país é uma grande notícia, embora o principal alvo do projeto sejam os próprios cariocas, que terão deslocamento mais rápido e mais confortável. É esperar pra ver.


Como foi em Ouro Preto

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Última cidade da viagem. A já conhecida Ouro Preto. Adoro! Ela está a 385 km de Diamantina, pelas BR-259 e BR-135. A estrada é boa, já bem movimentada.

De: Diamantina, MG Para: Ouro Preto, MG

A entrada em Ouro Preto me pareceu um pouco mudada, está mais legal, mais ajeitada desde a 
última vez que tínhamos ido lá.
O hotel/ Pousada Sinhá Olímpia ficava fora do centro, numa rua/ribanceira, Meu Deus, só saímos dali no carro que o próprio hotel tem para levar os hóspedes até o centro. (Aliás, o motorista nos deu a dica de um restaurante a quilo muito bom, mas caro que só ele. Mas valeu pela qualidade da comida.) A pousada muito charmosa, com lareira e televisão no hall, piscina, ambientes tipicamente mineiros, bem agradáveis e com um mini lanche à tarde. 
A cidade aquilo de sempre, muita gente, sempre com alguma reforma em algum ponto importante. Dessa vez, visitamos o Museu de Mineralogia, na praça principal, bem interessante, com pedras preciosas e não preciosas do Brasil todo. Vale a visita, o ingresso é barato. Lojinhas por todo lado (a-do-ro!) e um café especialíssimo na esquina ao lado do Museu da Independência, do lado direito pra quem está de frente para o museu. 
Quer vir com belas fotos de Minas? Vá a Ouro Preto.








Como foi em Diamantina

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Nosso segundo destino mais importante era Diamantina, cidade histórica mineira. A ideia de visitá-la foi de nossa filha. Partimos de Três Marias e percorremos 257 km até lá. A estrada é boa. 






Chegamos, como sempre, na hora do almoço. O hotel Pousada do Garimpo não fica exatamente no centro, mas pode-se ir a pé. É um hotel nem novo nem velho, com boas instalações, bem ao estilo mineiro. A paisagem da janela dos quartos do andar de cima, virados para as montanhas é bonita. O hotel tem um restaurante bem legal, comemos muito bem por lá.

O centro da cidade parece uma Ouro Preto reduzida, com o museu do diamante e de Xica da Silva para visitar. Eles são pequenos e não são lá muuuuito interessantes. Na praça, perto do antigo mercado, tem um restaurante a quilo divino, com preço bom e comida excelente.

Fizemos o passeio ao Parque do Biribiri, muito muito interessante, tem cachoeiras pequenas, mas bonitas e uma cidade fantasma que valem a pena.




Um quase sobrevôo em Parati

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Não ia a Parati há mais de 20 anos. Quando se fica velho parece que quase tudo foi há mais de 20 anos. Aproveitamos o aniversário de nossa filha para visitarmos a cidade e apresentá-la a ela. De Niterói são 250 quilômetros. A estrada é ótima. Pegando a BR-101 na ponte, a seguimos pela Avenida Brasil e pela Rio-Santos propriamente dita. Este último trecho está renovado, bem sinalizado e com muitos, muitos, muitos radares mesmo. É preciso muita atenção, mas se você tem um GPS no carro, fica tudo mais fácil.

Pra variar decidimos de última hora, saímos às 8:40 e chegamos às 11:40. Almoçamos no restaurante Paraty 33, da rua da Lapa, bem perto da praça da rua principal (de asfalto, como chamam). Comemos uma picanha pra 3 muito boa, com uma polenta frita dos deuses. O valor foi meio salgado, mas com o couvert artístico e a alegria da aniversariante valeu muito a pena.

Saímos para ver as lojinhas, claro (caso contrário, eu estribucho). Mas não é que justo nessa hora caiu o maior pé d'água!!!! Faz meses que não chove direito no Rio, justo ontem São Pedro decidiu. Bom, mas contra a força da natureza não se pode fazer nada. Só deu tempo pra comprar uma cachaça: Gabriela, isso mesmo, em homenagem à personagem e tem mesmo cravo e canela e botar o pé de novo na estrada.
Mais 250 km, de muito movimento, parece que mais gente estava correndo da chuva. 
Pra quem quer tirar foto da paisagem belíssima, melhor a volta, porque fica do lado da estrada. E viemos nós sem conhecer o mar de Parati. Fazer o quê??!! 


Como foi em Três Marias

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Fomos a Três Marias só porque seria muito demorado ir direto à Diamantina, saindo de Brasília. Rodamos mais de 450 km, por uma boa estrada com algum movimento.

Escolhemos o hotel à beira do lago da represa. O Grande Lago Hotel é simples, para quem está de passagem mesmo e a trabalho. Fica um pouco afastado, mas é barato e tem um restaurante, o que facilita bastante. O hotel é limpo, mas pra quem não gosta de bichinhos tipo mosquito, aranhas, lagartixas, vimos alguns. A cidade não tem muita coisa, mas também estávamos tão cansados que nem saímos do hotel.


Já pensando na viagem de 15 anos

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Ano que vem nossa filha faz 15 anos e já estamos pensando no destino para comemorar esta data linda pras meninas. Já falamos em Chile, Europa (ela quer sair do país), Sul do Brasil. O que acham? Qual seria o melhor destino para comemorar ?
crédito da foto está nela!!!

Como foi em Brasília

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Maravilhoso! A cidade onde passei minha adolescência. Dos 11 aos 22 anos vivi nessa cidade que está cada vez mais linda! Adoro! Embora os pontos turísticos sejam poucos. Pode-se conhecer os principais em uma manhã. São todos importantes pro país, e especiais, muito especiais pra mim. 
A viagem de Pirenópolis até Brasília foi a mais curta da nossa jornada, apenas 130 km de uma estrada vazia e de boa qualidade. O dia estava maravilhoso! Na entrada da cidade, já comecei a perceber como a cidade crescera sem perder seu encanto. 





À medida que ia chegando e revendo todos aqueles lugares que frequentei e convivi com amigos queridos, a emoção foi tomando conta, me enchendo de lembranças e uma certa melancolia, por não ter aproveitado mais quando tive a chance, mas isto já é outra história...
Em Brasília ficamos no Hotel Manhattan, no setor hoteleiro norte. Gostamos muito. Uma vista estonteante do eixo, Catedral, Congresso. As camas voltadas para a varanda de vidro não me deixou dormir. Toda aquela beleza, aquela cidade que eu amo tanto, ali , linda, na minha frente, e na frente da minha filha, que nem sonhava ter nos tempos de juventude foi incrível. Mostrei a ela e até visitamos o colégio Maria Auxiliadora, do meu ginásio, a Universidade de Brasília, do meu curso de Economia, a Aliança Francesa, do francês que amo.
Rever Brasília depois de 21 anos foi uma das experiências mais tocantes dos últimos tempos. Só ficamos um dia, mas valeu muito a pena!