Está em construção a BRT-TransBrasil, nova rota de transportes públicos rápidos na principal avenida que corta a cidade do Rio de Janeiro, a Avenida Brasil. Obras ainda prejudicam o trânsito na altura de Manguinhos, perto da Fundação Oswaldo Cruz, mas a expectativa é de fluidez, quando ficar pronta. Pra quem vai pra região serrana e Sul do Estado e do país é uma grande notícia, embora o principal alvo do projeto sejam os próprios cariocas, que terão deslocamento mais rápido e mais confortável. É esperar pra ver.
Como foi em Ouro Preto
Última cidade da viagem. A já conhecida Ouro Preto. Adoro! Ela está a 385 km de Diamantina, pelas BR-259 e BR-135. A estrada é boa, já bem movimentada.

A entrada em Ouro Preto me pareceu um pouco mudada, está mais legal, mais ajeitada desde a
última vez que tínhamos ido lá.
O hotel/ Pousada Sinhá Olímpia ficava fora do centro, numa rua/ribanceira, Meu Deus, só saímos dali no carro que o próprio hotel tem para levar os hóspedes até o centro. (Aliás, o motorista nos deu a dica de um restaurante a quilo muito bom, mas caro que só ele. Mas valeu pela qualidade da comida.) A pousada muito charmosa, com lareira e televisão no hall, piscina, ambientes tipicamente mineiros, bem agradáveis e com um mini lanche à tarde.
A cidade aquilo de sempre, muita gente, sempre com alguma reforma em algum ponto importante. Dessa vez, visitamos o Museu de Mineralogia, na praça principal, bem interessante, com pedras preciosas e não preciosas do Brasil todo. Vale a visita, o ingresso é barato. Lojinhas por todo lado (a-do-ro!) e um café especialíssimo na esquina ao lado do Museu da Independência, do lado direito pra quem está de frente para o museu.
Quer vir com belas fotos de Minas? Vá a Ouro Preto.
A entrada em Ouro Preto me pareceu um pouco mudada, está mais legal, mais ajeitada desde a
última vez que tínhamos ido lá.
A cidade aquilo de sempre, muita gente, sempre com alguma reforma em algum ponto importante. Dessa vez, visitamos o Museu de Mineralogia, na praça principal, bem interessante, com pedras preciosas e não preciosas do Brasil todo. Vale a visita, o ingresso é barato. Lojinhas por todo lado (a-do-ro!) e um café especialíssimo na esquina ao lado do Museu da Independência, do lado direito pra quem está de frente para o museu.
Quer vir com belas fotos de Minas? Vá a Ouro Preto.
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Como foi em Diamantina
Nosso segundo destino mais importante era Diamantina, cidade histórica mineira. A ideia de visitá-la foi de nossa filha. Partimos de Três Marias e percorremos 257 km até lá. A estrada é boa.
Chegamos, como sempre, na hora do almoço. O hotel Pousada do Garimpo não fica exatamente no centro, mas pode-se ir a pé. É um hotel nem novo nem velho, com boas instalações, bem ao estilo mineiro. A paisagem da janela dos quartos do andar de cima, virados para as montanhas é bonita. O hotel tem um restaurante bem legal, comemos muito bem por lá.
O centro da cidade parece uma Ouro Preto reduzida, com o museu do diamante e de Xica da Silva para visitar. Eles são pequenos e não são lá muuuuito interessantes. Na praça, perto do antigo mercado, tem um restaurante a quilo divino, com preço bom e comida excelente.
Fizemos o passeio ao Parque do Biribiri, muito muito interessante, tem cachoeiras pequenas, mas bonitas e uma cidade fantasma que valem a pena.
O centro da cidade parece uma Ouro Preto reduzida, com o museu do diamante e de Xica da Silva para visitar. Eles são pequenos e não são lá muuuuito interessantes. Na praça, perto do antigo mercado, tem um restaurante a quilo divino, com preço bom e comida excelente.
Fizemos o passeio ao Parque do Biribiri, muito muito interessante, tem cachoeiras pequenas, mas bonitas e uma cidade fantasma que valem a pena.
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Um quase sobrevôo em Parati
Pra variar decidimos de última hora, saímos às 8:40 e chegamos às 11:40. Almoçamos no restaurante Paraty 33, da rua da Lapa, bem perto da praça da rua principal (de asfalto, como chamam). Comemos uma picanha pra 3 muito boa, com uma polenta frita dos deuses. O valor foi meio salgado, mas com o couvert artístico e a alegria da aniversariante valeu muito a pena.
Mais 250 km, de muito movimento, parece que mais gente estava correndo da chuva.
Pra quem quer tirar foto da paisagem belíssima, melhor a volta, porque fica do lado da estrada. E viemos nós sem conhecer o mar de Parati. Fazer o quê??!!
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Como foi em Três Marias
Fomos a Três Marias só porque seria muito demorado ir direto à Diamantina, saindo de Brasília. Rodamos mais de 450 km, por uma boa estrada com algum movimento.
Escolhemos o hotel à beira do lago da represa. O Grande Lago Hotel é simples, para quem está de passagem mesmo e a trabalho. Fica um pouco afastado, mas é barato e tem um restaurante, o que facilita bastante. O hotel é limpo, mas pra quem não gosta de bichinhos tipo mosquito, aranhas, lagartixas, vimos alguns. A cidade não tem muita coisa, mas também estávamos tão cansados que nem saímos do hotel.
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Já pensando na viagem de 15 anos
Ano que vem nossa filha faz 15 anos e já estamos pensando no destino para comemorar esta data linda pras meninas. Já falamos em Chile, Europa (ela quer sair do país), Sul do Brasil. O que acham? Qual seria o melhor destino para comemorar ?
| crédito da foto está nela!!! |
Como foi em Brasília
Maravilhoso! A cidade onde passei minha adolescência. Dos 11 aos 22 anos vivi nessa cidade que está cada vez mais linda! Adoro! Embora os pontos turísticos sejam poucos. Pode-se conhecer os principais em uma manhã. São todos importantes pro país, e especiais, muito especiais pra mim.
A viagem de Pirenópolis até Brasília foi a mais curta da nossa jornada, apenas 130 km de uma estrada vazia e de boa qualidade. O dia estava maravilhoso! Na entrada da cidade, já comecei a perceber como a cidade crescera sem perder seu encanto.
À medida que ia chegando e revendo todos aqueles lugares que frequentei e convivi com amigos queridos, a emoção foi tomando conta, me enchendo de lembranças e uma certa melancolia, por não ter aproveitado mais quando tive a chance, mas isto já é outra história...
Rever Brasília depois de 21 anos foi uma das experiências mais tocantes dos últimos tempos. Só ficamos um dia, mas valeu muito a pena!
Como foi em Ubatuba
A saída do ônibus foi às 6:30. Como sempre anotei a placa. Chegaram à Ubatuba às 13 horas. São 325 quilômetros aproximadamente passando pela ponte Rio-Niterói, Avenida Brasil e Rio-Santos (Costa Verde: Muriqui, Mangaratiba, Angra, Paraty). A vista da ponte e das praias da Costa Verde, principalmente, é belíssima. Não tem pedágio.
A Rio-Santos tem passado por modificações e se tornando uma boa via, com mais segurança para os motoristas. O trecho da Costa Verde, por exemplo, teve vias duplicadas e asfalto renovado.





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