Como foi em Caldas Novas

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Distância de Araxá - 350 km. A estrada é boa.

Fazia mais de 20 anos que não ia. Aquela cidadezinha com poucas ruas e pequenos hotéis se transformou em uma cidade turística com complexos hoteleiros. Irreconhecível. Mas foi uma sensação muito legal rever e constatar como cresceu. Tem feirinha, hotéis com piscinas aquecidas e até pequenos parques aquáticos, um passeio de trenzinho, um pequeno conjunto de lojas para os turistas, além da casa de cachaça e doces e da sorveteria que serve até sorvete de forno.



Ficamos no hotel Suites Le Jardin. Muito bonito. Preço justo. Mas o esquema de atendimento é estilo 'faça você mesmo'. Ele é muito grande, o hóspede se sente em um clube, mais que em um hotel.
O café da manhã é muito bom. Tinha até pamonha doce e salgada. Maravilhosas. Comi até não poder mais.


Nova subida para Petrópolis

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Pra quem vai para Xerém ou Região Serrana do Rio o novo viaduto, anel já está pronto. Ficou mais fácil agora. É parte da BR-040.

Como foi em Araxá

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Distância de Capitólio - 250 km ou mais de 340 (por SP, a rota que erramos).

A rota que deveríamos ter feito
A cidade me surpreendeu. Eu pensei que fosse como as cidades históricas de Minas. Longe disso. É uma cidade moderna, normal com um pequeno centro histórico. Alguns museus quase concentrados ao longo de uma grande avenida. A casa de D.Beja, por exemplo, está ao lado de bancos e clínicas de saúde. Mas é uma cidade simpática, organizada, onde os motoristas param nas faixas de pedestres. Gostei. 

Visitamos o Museu de D.Beja e a árvore dos enforcados. Nada demais, mas vale a visita. O que nos decepcionou foi o Cristo. O local está abandonado, até perigoso e não é bem frequentado. 
O hotel Plaza Inn Araxá foi dos melhores que ficamos. Tipo flat muito confortável e com pessoal gentil e prestativo. A vista do apartamento que ficamos era muito legal. 

Estivemos lá no dia do jogo Brasil e Chile, pela Copa do Mundo. Pela primeira vez, assistimos em um bar, foi bem divertido. Pena que o jogo não colaborou.

Saindo da rota

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Já contei que, devido à decepção com a Pousada Mar de Minas, resolvemos partir pra Araxá e não ficar em Capitólio. No restaurante, nos deram a direção errada. Nossa filha dizia que era pra esquerda, onde andaríamos menos de 300 km no máximo e nos indicaram a direita, onde andamos mais de 350 km e fomos parar quase em São Paulo e ainda andamos por uma estrada horrível à noite, com nevoeiro. Na auto-estrada, parei e usei um daqueles telefones da concessionária, mas quem me atendeu não sabia me dizer muita coisa. O que nos orientou foi mesmo o pessoal dos postos de gasolina e o GPS. Uma aventura pra não se esquecer. Mas como tudo na vida tem um lado positivo, naquele breu medonho, bastava abrir as janelas pra contemplar o show das estrelas. Na cidade, com luzes e poluição não vemos nada e elas estavam todas lá, brilhando, encantando. Vejam a rota que fizemos e a que deveríamos ter feito.

ROTA ERRADA
ROTA CORRETA







                

Como foi em Capitólio

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Distância de Caxambu: 320 km. O acesso é pela BR-381. De novo levamos 4 horas pra chegar. Na cidade, não há placas indicando a Pousada Mar de Minas. Pedimos informação e fomos parar em uma estrada de terra, onde andamos quase 10 km. Depois descobrimos que havia um acesso melhor pela ponte da represa. 


A Pousada fica meio escondida à beira do lago da represa. Não gostamos de cara. Ela parece bem nova, mas sem nenhum charme. Tudo muito burocrático e há dois prédios: da recepção e restaurante e o dos apartamentos mesmo.

Quando chegamos perguntei pelo passeio de chalana e, ao contrário, do que a recepcionista tinha me dito na hora da reserva, não seria possível passeio naquele dia. Fiquei uma fera, porque tinha perguntado se precisava agendar e ela disse que não era necessário. 
Fomos até o quarto, tipo chalé, mas quadrado, sem graça nenhuma, não tinha nada no frigobar. Decidimos ir embora. 

Fomos comer no Restaurante Turvo, perto das lanchas e chalanas para o passeio. Parece ser o melhor da cidade. Comemos um peixe da represa, por bom preço, o atendimento é rápido e gentil, mas não tem nada demais. Comemos melhor em restaurantes da Barra de Guaratiba, no RJ. 
Durante o almoço, liguei para o hotel de Araxá e perguntei se podíamos antecipar a chegada e ficar mais uma noite. Tudo certo, graças a Deus.





Pra finalizar o fiasco, pedimos informação sobre a direção para Araxá, porque desistimos de ficar na cidade e ainda nos deram a direção errada. Andamos mais de 80 km a toa. Culpa minha e do José Carlos que não ouvimos nossa filha que nos tinha dito que a direção estava errada. Mas isso merece um outro post.

Como foi em Caxambu

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Distância do Rio - 293 km. O acesso é primeiro pela BR - 116 (Nova Dutra) e serra para Caxambu (entrada para Engenheiro Passos), com muitas curvas. Levamos 3 horas e meia, 4 horas, com parada no Graal de Resende.



Hotel - Hotel Caxambu com meia pensão. Muito boa localização. Tem manobrista que guarda o carro não sei onde. Jantar excelente no hotel. Café da manhã e atendimento muito bons. Destaque do hotel foi a piscina aquecida em ambiente fechado. O frio estava de rachar, mas curtindo a piscina até 20 horas. Muito legal.

Almoçamos no Restaurante Chapa, próximo ao parque. Comida boa e preço alto para um local tão simples. Quando chegamos o serviço a quilo não estava mais funcionando, comemos uma comida mineira do cardápio.

Cidade é pequena, tem um padrão de turismo para pessoas de mais idade. Mas a visita ao parque e ao teleférico (pra nós, não deu tempo de ir) são ainda obrigatórios. A parte da frente do parque está muito bem conservada, mas a de trás, não. Pra mim, valeu muito, porque na última vez que tinha ido lá era ainda criança. Também foi legal a visita a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios que curou a suposta anemia da Princesa Isabel.
Era quinta-feira. Saímos à noite para ver o movimento da cidade e não havia nada. A cidade estava vazia e muito fria, às 21:00.

Acho que foi a cidade onde o tempo estava mais frio.
Dei nota 8 para essa passagem por Caxambu.






Ouro Preto

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Oitava parada - Ouro Preto

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O GPS nos fez errar, por isso chegamos tarde em Ouro Preto e não deu pra fazer o passeio de trem para Mariana. A Pousada Sinhá Olímpia é bem legal e fora do centrão cheio de ladeiras. ALmoçamos em um restaurante caro e fomos conhecer o Museu de Mineralogia. Muito legal. Fizemos comprinhas, tomamos café e voltamos pra Pousada de táxi. Adoro Ouro Preto.

Nós no Parque do Biribiri - Diamantina

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Enviado do tablet Samsung

Sétima parada - Diamantina

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CHegamos à Pousada do Garimpo na hora do almoço. Gostamos. Tem garagem coberta, restaurante e nosso quarto, uma bela vista. SAímos para almoçar, conecemos o museu do Diamante e a casa de Xica da Silva. NO dia seguinte, fiizemos um passeio bem legal no Parque do Biribiri,com o Tiago, um guia muito bom.

Nós no Lago da represa de Três Marias

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O lago estava baixo, muito pouca chuva.





Sexta parada - Três Marias

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Distante 462 km de Brasília, foi nosso trecho mais longo. Almoçamos na estrada. Muito boa comida, por sinal. Chegamos a Três Marias às 4 horas. O hotel fica no bairro da Cemig, não é lá essas coisas pra turismo. O lago da represa estava baixo. Foi ótimo parar por lá apenas pra descansar. Não visitamos nada.